“Todos deveríamos ser feministas”: Pearl Jam fala sobre o Dia Internacional da Mulher

Dia 08 de Março, foi celebrado o Dia Internacional da Mulher.

Quem se manifestou a respeito foi o Pearl Jam, que em seu site oficial publicou uma lista com “6 maneiras para celebrar o Dia Internacional Da Mulher”.

Por lá, eles falam sobre formas para as pessoas colaborarem e “ajudarem a garantir que as mulheres tenham as mesmas conquistas sociais, econômicas, culturais e políticas do homem. Hoje e todos os dias.”

A primeira delas fala sobre o livro e a apresentação “We Should All Be Feminists”, ou “Todos Deveríamos Ser Feministas”, da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, que nós inclusive citamos em nossa lista do Dia da Mulher.

 

Grafeno, o material que promete revolucionar a tecnologia mundial

Mais forte do que o aço e mais fino do que um fio de cabelo, o grafeno pode substituir o silício e provocar mais uma revolução tecnológica no planeta.

Um material superfino, flexível como plástico, excelente condutor elétrico, mais forte do que o aço e com dezenas de potencialidades ainda inexploradas. Estamos falando do grafeno , que é tido por especialistas e pesquisadores como o “material do futuro” .

E, por incrível que pareça, ele é feito da mesma matéria que a ponta de um lápis: o grafeno é um cristal de carbonos derivado do grafite. Atualmente, centros de excelência tecnológica ao redor do globo vêm testando sua aplicação em novos aparelhos celulares ultrafinos e flexíveis, carros, aviões e redes de fibra ótica.

Cientistas já especulam, também, que o grafeno propiciará avanços na internet, aumentando a velocidade de acesso à rede mundial de computadores. Ele também pode vir a substituir o silício em chips de notebooks e celulares, transformando-se assim na força motriz de mais uma revolução tecnológica.

Abaixo, explicamos em detalhes do que se trata o grafeno, este material que promete mudar, de novo, a nossa relação com a tecnologia.
O que é grafeno?

O grafeno é, em síntese, uma camada superfina de grafite. Sua peculiaridade é que ele se trata do primeiro material 2D do mundo: como todos os materiais, possui largura e comprimento, mas sua espessura é de um único átomo.

Por isso, o grafeno é o material mais fino que se pode conceber: para se ter uma ideia, ele é um milhão de vezes mais fino do que um fio de cabelo humano.

Embora aparentemente frágil, o grafeno é, contudo, 200 vezes mais forte que o aço. Extremamente denso, embora leve, o grafeno é também maleável. Por isso, cogita-se que ele possa vir a ser usado na telefonia celular, criando telas flexíveis e superfinas.

O grafeno é, também, transparente e impermeável – outra das vantagens frente a outros materiais usados na eletrônica que são sensíveis à água, por exemplo.

Por fim, o grafeno é um ótimo condutor de calor e eletricidade. Daí suas potencialidades em fibras óticas e na composição de motores e geradores de energia.
Do que é feito?

É um material derivado do grafite, uma forma comum do carbono. Uma lâmina de grafeno trata-se de uma treliça formada por átomos de carbono ligados de forma hexagonal, todos num único plano.

Em que países existe?

Atualmente, existem no mundo mais de 100 empresas buscando desenvolver as potencialidades do grafeno.

A própria União Europeia, em 2013, criou um programa de fomento à pesquisa do material, o “Graphene Flagship”. Orçado em mais de € 1 bilhão, a iniciativa reuni cientistas de 23 países diferentes.

Entre estes países, a Inglaterra é tida como centro de excelência na pesquisa do derivado do carbono.

Andre K. Geim e Konstantin S. Novoselov, vencedores do Nobel de Física de 2010, sendo os primeiros a produzir grafeno em laboratório, lecionam na Universidade de Manchester, que é conhecida pela comunidade científica com o “lar do grafeno”.

Entre outras utilidades, os dois pesquisam o uso do material na filtragem de água, em tintas anticorrosivas e diversas aplicações medicinais.

Mas não só no velho continente cientistas voltam sua atenção para o novo material.

Em Israel, a empresa Graphene-Info já trabalha com a possibilidade de substituir toda a tecnologia a base de silício por grafeno: baterias, sensores, telas e monitores, apostam os cientistas, serão todos feitos do composto de carbono no futuro.

Outra inovação proposta pelo grupo israelense é o uso do grafeno em baterias de carros elétricos, que se recarregariam em um intervalo de poucos minutos. Os projetos já estão em andamento.

No Brasil as pesquisas sobre o material também estão em andamento.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, criou em 2013, um centro de pesquisas em grafeno, o MackGraphe, com um orçamento inicial de US$ 20 milhões. O centro atua em parceria com o a Unidade de Materiais Avançados 2D da Universidade Nacional de Cingapura.
Já existe aplicações de uso no dia a dia?

Por enquanto, o grafeno está restrito aos laboratórios e aos cientistas. Embora haja previsão de múltiplos usos, da medicina à tecnologia aeroespacial, tablets e automóveis, os altos custos de produção ainda não viabilizam a produção industrial do material.

A aposta, contudo, é que esse quadro se reverta, de modo que nos próximos anos o uso do material tende a se popularizar. Já se estima que o grafeno movimentará bilhões de dólares em um futuro não muito distante.

Um texto publicado no site da Universidade de Manchester, o “lar do grafeno”, já aposta inclusive em uma nova revolução tecnológica.

“O grafeno é uma tecnologia disruptiva”, diz o texto. “Algo que pode abrir novos mercados e, até, substituir tecnologias e materiais existentes”.
Quando estará disponível para o consumidor?

Foi assim com o plástico e o silício: em um primeiro momento, ficaram confinados aos laboratórios; em seguida, passaram a ser usados em tecnologia militar e aeroespacial; e, só então, com a descoberta de técnicas mais baratas de produção, chegaram ao consumidor comum. Esses processos levaram cerca de 20 anos, e deve ser assim também com o grafeno.

Assim, os cientistas estimam que o material tornará mesmo obsoletos os atuais circuitos de silício e os displays de celulares e notebooks, tão frágeis e, se comparados ao grafeno, pouco práticos. Mas isso ainda deve levar uma década ou mais.

Mas, quando acontecer, muita coisa vai mudar: os computadores devem ficar até 10 vezes mais velozes, e será possível, por exemplo, recarregar um celular em questão de poucos minutos.

Para tanto, os cientistas já estão pensando em formas de baratear os custos de produção do grafeno , e bilhões de dólares em pesquisas têm sido despendidos.

Link deste artigo: http://tecnologia.ig.com.br/2018-04-01/conheca-o-grafeno.html

Fonte: Tecnologia – iG @ http://tecnologia.ig.com.br/2018-04-01/conheca-o-grafeno.html

150 coisas para fazer em São Paulo pelo menos uma vez na vida

1. Pisar em toda a América Latina na maquete do Memorial.
2. Alargar bastante o passo para conseguir descer a escadaria do MASP. E aproveitar uma das maravilhosas exposições do museu.
3. Assistir algum show grátis no Vale do Anhangabaú.
4. Tomar um café na esquina da Avenida Ipiranga com a Avenida São João e cantarolar mentalmente a música do Caetano.
5. Assistir um desfile das clássicas Vai-Vai ou Rosas de Ouro no Sambódromo do Anhembi.
6. Tomar uma dose de leite de onça no Bar da Dona Onça enquanto admira o Copan.
7. Visitar o lindo saguão da prefeitura depois de atravessar o Viaduto do Chá.
8. Visitar os corpos dos estudantes mortos, além de 713 (MMDC) ex-combatentes no Obelisco Mausoléu.
9. Assistir um filme alternativo no CineSesc.
10. Ou então um filme blockbuster em uma sala chique, tipo as do Shopping Cidade Jardim.
11. Tomar uma cervejinha na Vila Madalena.
12. Ver os detalhes do Viaduto Santa Ifigênia e aproveitar para comprar uns produtos eletrônicos na região.
13. Assistir uma celebração de missa na Catedral da Sé.
14. Dar um passeio no local sede da fundação da cidade, o Pateo do Collegio.
15. Tomar um café e comprar alguns livros em uma das unidades da Livraria da Vila.
16. Comer uma coxinha no Frangó e depois passear pela praça da Matriz na Freguesia.
17. Desbravar o Centro Universitário Maria Antônia e descobrir que por ali rolaram muitas tretas antes da ditadura.
18. Buscar uma obra rara na Biblioteca Mario de Andrade.
19. Passear por Santa Cecília o bairro dos modernos que você pode chamar de seu!
20. Assistir a um concerto na Sala São Paulo e ficar chocado com a beleza do edifício.
21. Beber um drink no Skye Bar vendo aquela vista linda da cidade depois de admirar a arquitetura criada pelo Ruy Ohtake.
22. Subir até o terraço Itália e comer uma sobremesa com vista do centro da cidade.
23. Descer na estação Sumaré do Metrô e ficar vendo as obras do artista plástico Alex Flemming — e se tiver coragem saltar de lá de bungee jumping
24. Fazer um piquenique com amigos na Praça Por do Sol.
25. Ficar com as pernas doendo depois de fazer a trilha do Pico do Jaraguá.
26. Se apaixonar reprodução da Villa italiana, no topo do edifício Martinelli.
27. Ficar completamente destruído na trilha do Parque Estadual da Cantareira e ao mesmo tempo mesmerizado quando chega na Pedra Grande.
28. Visitar os espaços escondidos do Parque Ibirapuera, como a Serraria, e curtir um pouco de paz.
29. Participar o festival da Cerejeira no Parque do Carmo.
30. Perder umas boas horinhas visitando a Biblioteca São Paulo, no Parque da Juventude.
31. Andar de skate ou só ficar tomando uma cervejinha vendo a banda passar na Praça Roosevelt.
32. Tirar um domingo para visitar o Jardim Botânico e fazer as mini trilhas fofas que tem por lá.
33. Comer uma farta porção de Bolinho de Arroz do Ritz.
34. Celebrar o Ano Novo Chinês e o Japonês na Liberdade.
35. E, se estiver na vibe, se juntar ao grupo de pedalada que visita o centro velho da cidade.
36. Desbravar os food trucks da Rua Augusta durante o dia.
37. Tomar uma cerveja no Bahia, também na Augusta.
38. E ainda na região comer uma coxinha no BH Lanches.
39. Depois disso tudo, encarar uma das mil baladas da rua.
40. Conhecer o novo Sesc 24 de maio e dar um pulo na piscina da cobertura do prédio com vista para a cidade.

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SÃO PAULO SÃO

 

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