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Empresa cria toca fitas portátil com suporte para fones de ouvido sem fio

A empresa Ninm Lab lançou com uma campanha no Kickstarter para comercializar seu gadget portátil para fãs de música, o It’s OK. Ele é um player de fitas cassete totalmente funcional, com visual moderno e atraente e com um toque de tecnologia de ponta: ele suporta Bluetooth 5.0.

No dia 1º de julho, o Walkman, icônico tocador de fitas criado pela Sony, completou 40 anos. A comemoração fez muitos fãs de música relembrar como era diferente a forma como utilizavam esses equipamentos em comparação aos players de mp3 ou smartphones.

Agora, o It’s OK une o antigo e o novo em um só aparelho. Ele traz todas as características dos principais modelos de Walkman desenvolvidos pela Sony.

  • Reproduz e grava fitas cassete
  • Tem microfone para gravar áudio externo
  • Reprodução com auto stop
  • Botões de play, avançar, retroceder, stop e gravar
  • Entrada de fones de ouvido
  • Pesa aproximadamente 152 gramas

A entrada para fones de ouvido está lá “pela obrigação da tradição” do aparelho em si. No entanto, ele possui conexão Bluetooth 5.0, que fornece maior estabilidade e maior qualidade de áudio sem aumentar o consumo da bateria. Falando em energia, o It’s OK funciona com duas pilhas tamanho AA e está disponível em três cores: Cloud (branco), Sakura (rosa) e Evening (azul marinho). A tampa dos três modelos é transparente, deixando claro se tratar de um toca fitas de verdade e não de uma imitação.

Além de fones Bluetooth, obviamente, será possível usar o toca fitas com alto-falantes sem fio, caso seu dono queira ouvir suas músicas com mais liberdade ou acompanhado.

A Ninm Lab, sabendo da dificuldade que é para encontrar fitas cassete nos dias de hoje, incluiu uma fita virgem de 60 minutos no pacote.O It’s OK pode ser encontrado em sua página, no Kickstarter e está custando US$ 75 atualmente. As entregas estão previstas para o mês de dezembro.

Fonte : TecMundo

Xiaomi revela celular ‘gamer’ Black Shark 2 com 12 GB de memória RAM

A Xiaomi continua investindo na área de celulares “gamers” e anunciou o terceiro smartphone da linha Black Shark, que conta com tudo que há de mais potente no mercado de dispositivos móveis atualmente.

Com duas variantes, o Black Shark 2 tem 8 GB ou 12 GB de memória RAM, com 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno. O que as duas versões têm em comum, no entanto, é o processador poderoso: ambos os dispositivos vêm com o Snapdragon 855, que é chipset mais potente da Qualcomm atualmente; os únicos outros aparelhos que estão equipados com o processador são os da família Galaxy S10.

Por ser um celular “gamer”, ele conta com alguns recursos que normalmente não estão presentes em celulares. A começar pela estética, com o logo brilhante com LEDs, que é algo que não pode faltar em nenhum produto “gamer”. Além disso, algumas áreas da tela são sensíveis a pressão (na direita e na esquerda do display quando o aparelho está na horizontal) que podem ser mapeados como botões para controlar os jogos. A tela OLED de 6,4 polegadas tem resolução de 2340×1080, e conta ainda com um leitor de impressões digitais incorporado ao painel.

Outras características importantes do Black Shark 2 são sua bateria de 4.000 mAh, que é consideravelmente grande para os padrões de aparelhos tops de linha. O dispositivo também conta com um sistema de resfriamento a líquido com câmera de vapor que visa dissipar o calor dos componentes mais exigentes, como o processador e a GPU, garantindo melhor desempenho.

A versão mais simples do Black Shark 2, com 8 GB de memória RAM, tem o preço sugerido de 3.200 yuans (cerca de R$ 1.800), enquanto a versão mais potente, com 12 GB de RAM, custará 4.200 yuans (aproximadamente R$ 2.400). Por enquanto, a Xiaomi só disponibilizou o aparelho na China, e ainda não há previsão de chegada a outros mercados.

Ficha Técnica Xiaomi Black Shark 2

  • Tela: 6,3″, AMOLED, Full-HD+ (1080 x 2340);
  • Processador: Snapdragon 855;
  • Memória: 6 GB, 8 GB ou 12 GB de RAM;
  • Armazenamento: 128 GB ou 256 GB;
  • Câmera traseira dupla: 48 MP (f/1.75) + 12 MP (f/2.2);
  • Câmera frontal: 20 MP (f/2.0);
  • Bateria: 4.000 mAh;
  • Sistema: Android 9 Pie (Black Shark OS)

Fonte : Olhar Digital

https://olhardigital.com.br/noticia/xiaomi-revela-celular-gamer-com-12-gb-de-memoria-ram/83803?fbclid=IwAR2H29Val4GHGifAWAuASngb4Lk_hXm2CqMGpvNmyxOfyhSjONy9NozEiAY


Criminosos brasileiros usam software espião de celular para roubar contas bancárias

Especialistas em segurança da Diebold Nixdorf encontraram uma praga digital brasileira que, uma vez instalada em um aparelho Android, é capaz de monitorar as páginas visitadas para criar telas falsas e roubar dados bancários.

O programa ainda dá o controle total do aparelho para o hacker, que pode abrir e usar o aplicativo bancário no próprio telefone da vítima após capturar os dados da conta, burlando geradores de senha no próprio aplicativo.

Segundo a Diebold Nixdorf, esse comportamento é inédito no Brasil. O programa chegou a ser cadastrado em diversas versões no Google Play, a loja oficial do Google para aplicativos do sistema Android.

Usando o nome de “Atualização WhatsApp”, ele obteve mais de 20 mil downloads após ser divulgado pelos hackers via mensagens SMS, WhatsApp, links patrocinados e notificações de sites da web.

A realização da fraude a partir do telefone do correntista dificulta o funcionamento de alguns sistemas de segurança bancária, que detectam divergências entre os dispositivos usados pelo cliente para acessar sua conta.

Após capturar dados bancários do telefone, o hacker pode acessar o celular da vítima pela internet e usar o aparelho da mesma forma que uma pessoa com acesso físico, simulando toques e digitação. Ele pode fazer isso mesmo que o celular use uma senha de bloqueio — o programa espião também é capaz de roubar essa informação.

Para não levantar suspeitas, o software é capaz de reduzir o brilho da tela em 90% e acionar o modo silencioso. Dessa forma, o dono do celular pode não perceber que seu aparelho está sendo usado sem sua autorização.

A empresa também alerta que os hackers só realizam a fraude quando o celular não estiver em uso pelo dono.

Segundo a Diebold Nixdorf, o programa foi aparentemente criado do zero. Em outras palavras, ele não foi baseado em outros códigos maliciosos já em uso por criminosos.

No entanto, ele utiliza o mesmo princípio já explorado por outros programas semelhantes: os recursos de acessibilidade do Android. Projetados para permitir a criação de aplicativos que facilitem o uso do celular por pessoas com algum tipo de dificuldade auditiva ou visual, os recursos de acessibilidade garantem um amplo acesso ao conteúdo da tela.

Usuários precisam ficar muito atentos ao permitir que um aplicativo use os recursos de acessibilidade do Android. Essa permissão precisa ser dada separadamente após a instalação do app e é ela que permite que o programa espião saiba qual aplicativo está aberto para criar telas falsas.

Fonte : G1

https://g1.globo.com/economia/tecnologia/blog/altieres-rohr/post/2019/02/21/criminosos-brasileiros-usam-software-espiao-de-celular-para-roubar-contas-bancarias.ghtml